Jogos de 2025 - Iniciados e não terminados
Mais um ano terminando e pensei em fazer uma lista de melhores do ano do que joguei, essa vontade veio parcialmente depois de ter lido o blog do @mingueo@bolha.one
Enquanto eu passava pela minha lista de jogos eu percebi que sempre tem alguns deles que eu começo e por algum motivo ou outro simplesmente paro de jogá-los.
Esse ano em específico eu migrei para o Linux Mint e aproveitei para formatar tanto a unidade em que o Windows estava instalado, quando o SSD que eu deixo dedicado para jogos. Por conta disso acabei não reinstalando alguns dos jogos abaixo, mas provavelmente vou voltar para eles no futuro.
PETS
Disponível para: PC
Mini Review: É um jogo de puzzle com a premissa de que você quer ir atrás do seu cachorro que se enfiou em um labirinto. A grande sacada de PETS é que é possível mudar o plano do labirinto de 2D para 3D em certas áreas do mapa.É um jogo com um estilo de arte bem simples, mas charmoso. Um fundo completamente branco faz com que os traços dos personagens se destaquem assim como o cenário quando tem algo colorido.
Whisker Squadron: Survivor
Disponível para: PC e PS5
Mini Review: O jogo mais recente do estúdio Flippfly, anteriormente conhecidos por terem lançados Race the Sun.O Whisker Squadron: Survivor ficou um tempo em acesso antecipado e foi finalmente lançado em 2025. Apesar de não ser grande conhecedor dos jogos da Nintendo eu percebi uma certa influência de Star Fox (talvez por conta de animais antropomórficos pilotando naves), mas é um rogue lite. Eu lembro de ter gostado dos controles do jogo, achava eles bem fluídos, além de que todo esse loop de morrer e recomeçar é algo que tem uma capacidade de me prender.
Como eu havia jogado ele durante o acesso antecipado acabei meio que esquecendo de voltar para ele quando a versão 1.0 saiu.
Expelled!
Disponível para: PC, Nintendo Switch e iOS
Mini Review: Esse foi o primeiro jogo do estúdio Inkle que eu joguei. Já havia ouvido falar dos outros jogos deles, mas nunca tinha ido atrás, apesar disso o estilo de arte que eles empregam nesses jogos sempre me chamou a atenção.Expelled! é um jogo de investigação em que você tem que descobrir quem foi responsável pelo crime, no caso desse jogo ter empurrado uma aluna pelo vidro da torre da biblioteca.
Ele se passa em um Reino Unido pós primeira guerra mundial, e a Verity (personagem principal) é acusada de ter sido a responsável por tal crime e tem até o fim do dia para evitar de ser expulsa da escola, e aqui que habita a grande graça desse jogo. Após chegar ao final do dia, ele é resetado e a história começa novamente, então isso te dá uma nova chance de explorar lugares em outros horário, tentar novas coisas ou continuar indo no que já dava certo.
Eu até cheguei longe nesse jogo, consegui evitar que a Verity fosse expulsa da escola, mas cheguei em um final ruim, então ainda tinha mais coisas para descobrir.
DRIVE Rally
Disponível para: PC, iOS e Android
Mini Review: Eu tenho uma relação particular com jogos de corrida, não sou lá muito fã de carros na vida real, posso achar algum design interessante, mas não entendo nada ali das especificações e coisas do tipo.Dito isso, eu costumo me divertir bastante com esse tipo de jogo, especialmente os que tem uma pegada bem mais arcade e #DRIVE Rally se encaixa exatamente nessa definição. Apesar do foco ser obviamente em corridas de rally, há fases abertas em que você explora para encontrar coletáveis e liberar coisinhas a mais para o seu carro.
O jogo em si não é difícil, controla bem e não precisa ser um gênio de jogos de corrida para conseguir aproveitar ele.
Wizordum
Disponível para: PC, Nintendo Switch, PS4, PS5 e Xbox Series X|S
Mini Review: Boomer shooter bem competente e colorido. Os mapas são grandes, as diferentes armas/magias são divertidas e há diversos segredos para serem encontrados em cada uma das fases, dá para gastar algumas horas em cada fase procurando cada um dos segredos, achar todos os tesouros e matar todos os inimigos.As fases passam aquela sensação de você estar avançando pela história, e achei a fase em que você está em um barco de guerra extremamente divertida. Acho que para esse eu nem tenho muito o que dizer, é um jogo bem competente, só parei de jogar ele por conta de tendinite.
Squeakross: Home Squeak Home
Disponível para: PC e Nintendo Switch
Mini Review: Eu gosto de resolver jogos no estilo Picross, são bem relaxantes pra mim especialmente quando não estou a fim de jogar algum outro tipo de jogo.O grande diferencial do Squeakross para outros jogos do mesmo estilo é que nele você tem um ratinho e os nonogramas que você resolve servem para mobiliar a casinha do seu rato com móveis, eletrodomésticos e outras decorações.
Há mais de 600 nonogramas para serem resolvido, e até o momento eu devo ter feito por volta de uns 13% deles.
Outrider Mako
Disponível para: PC
Mini Review: Esse aqui eu acabei jogando bem pouco, você controla uma garotinha que foi parar em um mundo de espíritos/monstros e precisa trabalhar como uma entregadora de pacotes para conseguir voltar para o seu mundo.Hades II
Disponível para: PC, Nintendo Switch e Nintendo Switch 2
Mini Review: Eu achei que iria passar mais tempo com Hades II quando ele fosse finalmente lançado, mas não foi bem o que aconteceu. Meio que saiu tanta coisa interessante nesse fim de ano que eu fui deixando o Hades II meio que de lado.Eu joguei ele um pouco durante o acesse antecipado, e também um pouco quando saiu o 1.0. O jogo parece ser até mais rápido que o primeiro jogo, eu gostei bastante da Melinoe e acho que a Super Giant se superou novamente no character design dos diversos personagens que estão presente no jogo. Ainda vou voltar para ele e sei que vai render umas boas horas de diversão.
Easy Delivery Co.
Disponível para: PC
Mini Review: Eu estava esperando esse jogo ansiosamente desde que vi o trailer dele no Steam. É um jogo que é claramente influenciado pelos jogos do PSX, e que apesar da vibe relaxante tem algo acontecendo que me deixa meio que apreensivo.O loop do jogo é basicamente pegar mercadorias em um ponto e entregá-las em outro, isso enquanto prestando atenção em seu medidor de fome e no combustível do seu caminhão. É um jogo bem charmoso e relaxante, e eu só parei de jogar ele porque ultimamente tenho apenas a noite para jogar e ele costuma me dar sono.
Uma curiosidade interessante é que em 2025 não joguei apenas um, mas dois jogos em que você dirige um desse caminhõezinhos japonês, talvez esse outro jogo figure na minha lista de melhores de 2025.
Yooka-Replaylee
Disponível para: PC, Nintendo Switch 2, PS5, Xbox Series X|S
Mini review: Um remaster do Yooka-Laylee original, que foi uma das campanhas de kickstater que meio que ajudar a fazer com que jogos de plataforma 3D voltassem. Eu não cheguei a jogar a versão original, mas ela parecia ser bem divisiva, com algumas pessoas gostando e outras odiando.Meu primeiro contato com a série foi o spin off Yooka-Laylee and the Impossible Lair, um plataforma 2D divertido, mas bem difícil em certos pontos.
Em Yooka-Replaylee ocorreram algumas mudanças focadas principalmente na qualidade de vida, logo de começo você tem todas as habilidades já liberadas, então é possível concluir as fases sem precisar voltar para elas para conseguir 100% nelas.
Rue Valley
Disponível para: PC, Nintendo Switch, Nintendo Switch 2, PS4, PS5, Xbox One e Xbox Series X|S
Mini review: É meio que uma trapaça colocar ele aqui já que ainda estou jogando ele. Só de olhar as telas de divulgação é possível perceber que há uma certa influência de Disco Elysium, principalmente na forma como o texto é apresentado e das situações merdas que podem acontecer.Aqui o personagem foi para um Motel no meio do nada para participar de sessões de terapia, ao final do dia você percebe que coisas estranhas estão acontecendo e há um mistério maior para ser descoberto.
Angeline Era
Disponível para: PC
Mini review: Mais um jogo que eu ainda estou jogando, mas que dificilmente vou terminar ainda esse ano. Angeline Era é o jogo mais recente da Analgesic Productions, o estúdio responsável por Anodyne 1 e 2, Even the Ocean e Sephonie.É um estúdio que os jogos acabam tendo uma vibe meio que de sonho por conta das histórias surreais que eles contam.
Em Angeline Era o estúdio nos trás um jogo claramente inspirado em jogos da era 32bits, com o combate remetendo aos primeiros jogos da série Y's, não há um botão de ataque, você esbarra no inimigo e seu personagem os ataca de forma automática.
Um ponto bem legal é que você precisa encontrar as fases no overworld, enquanto algumas fases vão ser bem escondidas, a grande maioria é bem fácil de encontra. A história do jogo é uma mistura de folclore irlandês com anjos que vieram para essa terra em uma nave espacial e por conta disso há uma certa disputa entre os Fae e esses Anjos
Eu não tenho a mínima ideia para onde que a história está indo, mas estou bem curioso e até de certa forma ansioso para poder continuar jogando ele.